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Korn/Ferry International retoma posição de liderança entre empresas de executive search nos EUA e no mundo

Crescimento meteórico no faturamento coloca a Korn/Ferry International no topo do ranking mundial

Los Angeles, Março 17, 2005 - Qualquer um que queira verificar a saúde do segmento de headhunting não precisa olhar além da Korn/Ferry International. Depois de reduzir quadros, com uma constituição mais enxuta e agressiva, a líder perene do segmento, que nos últimos anos passou por fases difíceis, está de volta ao topo com larga vantagem. Esta é a conclusão da 16ª edição da pesquisa sobre o segmento de recrutamento feita pela Hunt-Scanlon, uma das maiores associações profissionais do segmento.

A Korn/Ferry International, que havia caído para a terceira posição no ranking das empresas de search norte-americanas no ano anterior, em 2004 obteve uma receita de US$ 214 milhões, com um aumento de 31%, e ultrapassou as rivais Heidrick & Struggles e Spencer Stuart retomando a primeira posição que a empresa manteve por mais de duas décadas e meia. Globalmente, a Korn/Ferry também retoma a primeira colocação ultrapassando a líder do ano passado, a Heidrick, por US$ 60 milhões em honorários profissionais recebidos – no ano anterior, apenas US$ 1 milhão em honorários separava as duas empresas rivais. O faturamento global da Korn/Ferry para o ano de 2004 foi 38% superior, no valor de US$ 438 milhões. É a primeira vez desde 2000, o melhor ano para o segmento, que a Korn/Ferry mantém a liderança simultaneamente no pódio global e dentro dos EUA.

Para a Korn/Ferry International, uma empresa especializada na identificação de líderes para outras empresas, ter encontrado e mantido sua própria equipe de liderança em sintonia fez toda a diferença, dizem os próprios funcionários. Muitos apontam Paul C.

Reilly, Chairman e CEO, como responsável por ter re-energizado a empresa enquanto afastava elementos que tiravam a concentração da empresa durante o período de recessão. Bob Damon e Gary Burnison, respectivos Presidente e COO/CFO da Korn/Ferry, também foram apontados por ajudar a trazer a empresa de volta à vida. Os bons tempos vão durar? “Muitos dos CEOs consultados sobre o assunto estão tremendamente otimistas”, afirma Bob Damon, caracterizando o ano de 2005 como “de crescimento e contínua expansão”.

Olhando além da Korn/Ferry, uma análise mais profunda do ranking norte-americano das 25 maiores empresas de search da Hunt-Scanlon sugere que, depois de uma retração de três anos, que parecia eterna, o segmento de recrutamento em geral também está de volta ao topo, reportando ganhos significativos depois de anos de grandes perdas. Em 2004, o faturamento total deste grupo de empresas recrutadoras ficou acima da marca de US$ 1 bilhão pela primeira vez desde os US$ 1,135 bilhões atingidos em 2001, o que significa um aumento de 20% sobre os US$ 950 milhões do ano anterior. Como um grupo, as 25 maiores empresas de search obtiveram US$ 185 milhões em faturamento adicional no ano passado, um importante fluxo de receitas para um segmento de serviços, que foi um dos mais duramente atingidos pela recessão econômica. Os 20% de aumento contrastam com o declínio de 3% do ano anterior, assim como com as perdas de 2002 e 2001, quando as quedas ano a ano foram de 17% e 31%, respectivamente.

Dezenove das 25 empresas participantes do ranking de 2004 obtiveram ganhos; destas 19, 17 obtiveram ganhos de dois dígitos e sete delas informaram ganhos de 20% ou mais. Os destaques incluem a PrinceGoldsmith, com 48% de crescimento no faturamento; a Korn/Ferry International, que viu seu faturamento nos EUA subir 31% (42% dos US$ 19,2 milhões de faturamento da Futurestep, braço de recrutamento online da K/FI, estão incluídos); a Howard Fischer Associates, com 28%; a Russell Reynolds Associates, com quase 28%; a Rhodes Associates, com mais de 27%; a Diversified Search Companies, com mais de 22%; e a Egon Zehnder International, com quase 20%. Somente quatro empresas informaram ganhos ínfimos ou perdas, sendo que uma delas – a Gilbert Tweed Associates – reportou uma queda profunda de 42% no faturamento.

As estatísticas que falam mais alto, apuradas neste ano pela Hunt-Scanlon, foram o fluxo de receitas obtidas por tantos headhunters . Mas enquanto alguns consultores acreditam que as novas e melhores equipes de liderança levaram as empresas líderes de volta à saúde, outros dizem que a liderança fez diferença somente até certo ponto. O que estava em falta desde 2001 eram as grandes necessidades de contratação dos clientes. Isto está mudando agora. “As empresas ultrapassaram a fase de contratações de substituição e agora estão fazendo contratações adicionais”, diz Gary Burnison, COO e CFO da líder do segmento, a Korn/Ferry International. “Isto está acontecendo em virtualmente todos os setores e geografias, e em todos os níveis”. Uma olhada rápida nos números comprova isto: no ano passado, somente entre as quatro maiores empresas dos EUA – Korn/Ferry, Spencer Stuart, Heidrick e Russell Reynolds – US$ 139 milhões em receitas adicionais entraram a mais do que no ano anterior, globalmente este grupo coletou US$ 320 milhões a mais em receitas em 2004 do que em 2003. Ainda assim, o faturamento das 25 maiores empresas de recrutamento norte-americanas ainda fica US$ 585 mais tímido do que sua mais alta marca de receita, obtida em 2000: US$ 1,720 bilhões.